Manaus, 30 de novembro de 2017,
às 16 h. Faço uma procura por alguns objetos para uma possível atividade empreendedora.
Visito 5 lojas. Pesquiso produtos, verifico preços, analiso materiais. Mas, o
mais importante de tudo isto, foi a forma de atendimento em uma loja. Algo que
precisa ser imediatamente analisada, repensada, transformada. Nela, a
vendedora, escorada em uma prateleira, responde de maneira não amistosa: Não tem.
E vira a cara para outro lado. Saio e 5 metros depois, encontro outra loja, da
mesma empresa. Entro. Quem sabe, tenha o produto. Pergunto e para minha
surpresa, a vendedora responde sorrindo: Tem sim, senhor. E se dirige a
prateleira onde há o produto. Explica as diferenças e semelhanças, cores e
nuances dele. Digo que vou comprar. Ela chama outra vendedora, passa a compra
para ela finalizar e orienta a entregar para mim, cartão da loja com nome da responsável
e o whats porque eu deverei comprar mais no futuro e para tirar outras dúvidas. Saio
pensativo: Como em uma mesma empresa, em duas lojas diferentes, o atendimento foi diverso ? E tem empresário que pergunta porque não vende. Talvez treinar seus
vendedores para a venda possa ser uma das respostas.

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