Uma das características dos
países desenvolvidos é um intenso incremento científico e tecnológico elevado e
com pequeno número de analfabetos. Tudo isto para salientar a pesquisa
divulgada na quinta-feira, dia 21 de dezembro de 2017 pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, em 2016, a taxa de analfabetismo
na Região Norte é de 8,5%. Muito distante de cumprir a Meta 9 do Plano Nacional
de Educação (PNE), instituído pela Lei n. 13.005. O PNE estipulava a redução da
taxa de analfabetismo para 6,5%, em 2015. Além disto, taxa de analfabetismo é
maior entre os mais idosos e a pesquisa também aponta que o número é superior
entre as pessoas pretas ou pardas (9,9%). Outro dado preocupante, de acordo com
o IBGE, no Brasil, 51% (metade da pesquisa) da população de 25 anos ou mais de
idade estavam concentradas nos níveis de instrução até o ensino fundamental
completo ou equivalente; 26,3% tinham o ensino médio completo ou equivalente; e
15,3%, o superior completo. E outra informação inquietante na pesquisa: 24,8
milhões das pessoas de 14 a 29 anos de idade não frequentavam escola, cursos
pré-vestibular, técnico de nível médio ou de qualificação profissional, e, no
caso dos mais velhos, não haviam concluído uma graduação. Se faz, urgentemente,
uma mudança nas políticas educacionais para colocar o Brasil no patamar digno
do país.
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